CRIANÇAS BRINCANDO. QUEM EDUCA?

Este título me chamou a atenção e confesso. O livro todo me encantou. Entendo o brincar como uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia, funcionando como um cenário no qual as crianças tornam-se capazes não só de imitar a vida como também de transformá-la. Segundo Lameirão (2007, p.21), autora do livro, cujo título mencionei, a criança “(…) ao desenvolver as atividades de correr, saltitar, girar, pular corda… a criança torna-se hábil da cabeça aos pés, e seu corpo mostra-se mais leve, vibrante e até luminoso”.  Por isso brinco todos os dias.

A Linda Rosa Juvenil

Percebe-se, portanto, no brincar um modo de evoluir de diferentes maneiras e que  acompanha as diferentes fases do desenvolvimento infantil. Quanto ao ambiente é imprescindível que este seja planejado e adequado à atividade do brincar, precisando então oferecer condições para que aconteça.

“… e um dia veio um belo rei…”

Para mim o brincar é assim, um espaço no qual se pode observar a coordenação das experiências prévias das crianças e aquilo que os objetos manipulados sugerem ou provocam no momento presente. Assim sendo, do brincar tem sido a principal ferramenta para a construção de habilidades, cognição, psicomotricinadae, afetividade, valores, virtudes, autonomia, respeito, alteridade, pensamento, linguagem, entre tantas mais na Turma da Água.

“… e os dois puseram-se a dançar…”

Como sujeitos históricos e de direitos, as crianças têm podido pegar com as mãos, apropriando-se da cultura e assim nas interações, relações e práticas cotidianas, têm vivenciado a construção da sua identidade pessoal e do grupo. Enquanto brincam imaginam, fantasiam, desejam, aprendem, observam, experimentam, narram, questionam e constróem sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.

“…o cravo teve um desmaio e a rosa pôs-se a chorar…”

Através do brincar e da cultura, evidencia-se o conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes entre elas os diferentes conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico. Deste modo, promove-se o desenvolvimento integral delas. A dramatização de músicas infantis agradam muito as crianças. Brincamos com essas músicas, contos de fadas e lendas. As fantasias que temos são as mesmas que em várias outras unidades educacionais municipais. As crianças não se importam se elas são pertinentes ao contexto. Dramatizam de acordo com a música ou histórias felizes.

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BIBLIOGRAFIA

LAMEIRÃO, Luiza Helena Tannuri. Criança brincando! Quem educa? São Paulo: Editora João de Barro, 2007.

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